Você conhece o antivírus gratuito da KASPERSKY LAB?

Você conhece o antivírus gratuito da KASPERSKY LAB?
19 set

Longe de ser ideal para ambientes corporativos, desde o final do mês de Julho de 2017, a Kaspersky Lab oferece uma versão gratuita de sua proteção antivírus.

Essa é  primeira versão gratuita de antivírus da empresa Russa de segurança. Mesmo sem muitos dos recursos que estão disponíveis nas versões pagas, a ferramenta nos parece ser mais confiável que as opções gratuitas de outros desenvolvedores disponíveis.

Segundo a empresa, três fatores contribuíram para justificar o investimento em uma plataforma gratuita.

Primeiro: Seu objetivo não é concorrer com as opções pagas da empresa que, como já dito anteriormente, contam com mais recursos como conexão segura (VPN), controle dos pais, proteção de pagamentos online entre outras.

Segundo: Vários usuários, as vezes sem recursos e outras vezes simplesmente acreditando que terão uma proteção eficiente, acabam instalando soluções gratuitas disponíveis que na verdade não os protege ou recorrem ao Windows Defender (sem comentários).

Terceiro: Quanto maior a quantidade de utilizadores, mais eficiente se torna o aprendizado e a base de conhecimento para enfrentar as ameaças que se multiplicam diariamente, ou seja, quanto mais gente usa o antivírus gratuito, melhor será o serviço oferecido também para os clientes pagos.

Segundo Eugene Kaspersky, criador da companhia, entre o ano de 1986 e 2006 a base de ameaças era de aproximadamente 1 milhão de amostras, já em 2016 em apenas uma semana foram detectadas 2.2 Milhões – mais de 314 mil por dia.

Informações sobre o produto retiradas do site da desenvolvedora:

Uma versão com as funcionalidades essenciais: antivírus para arquivos, e-mail e web, atualizações automáticas, autodefesa; quarentena; entre outros. Esse arsenal viabiliza uma navegação segura e conveniente que funciona com mídias USB e portáteis de outro tipo, protege contra phishing e previne a execução de programas infectados. Em suma, o básico, sem o qual ninguém no planeta deveria ficar.

Os recursos de sistema do Kaspersky Free também o deixa mais leve e rápido, se comparado aos seus irmãos mais velhos. Baseado na mesma tecnologia dos outros que você já sabe que estão no topo da lista de classificação dos testes independentes. Isso significa, que embora tenha apenas o básico, ainda assim representa um forte aliado contra os perigos da Internet. A mesma proteção sem qualquer compromisso: detectamos qualquer ciberameaça independente de sua origem ou objetivo mesmo que algumas pessoas não gostem. Ao mesmo tempo o Kaspersky Free lida com questões como monitoramento de atividades do usuário para publicidade e violações de privacidade. Funcionalidades que antivírus comuns tendem a não ter em função da necessidade de se tornarem financeiramente viáveis.

 

 

Código malicioso no CCleaner

Código malicioso no CCleaner
18 set

 

De acordo com um anúncio da Piriform, a empresa que o desenvolve, foi identificado um código malicioso no CCleaner, uma versão deste software que estava disponível para usuários por aproximadamente um mês continha código malicioso que enviaria dados do sistema sobre a máquina de usuários finais para um servidor de terceiros.

Nesta declaração, Piriform afirma que sua empresa-mãe Avast, que adquiriu a Piriform em julho deste ano , descobriu esse compromisso em 12 de setembro e que foi um ataque sofisticado .

Duas versões do software CCleaner foram comprometidas:

– CCleaner (32 bits) Versão 5.33.6162
– CCleaner Cloud Versão 1.07.3191

A versão de 32 bits do CCleaner estava disponível para usuários finais entre 15 de agosto e 12 de setembro, enquanto a versão CCleaner Cloud era acessível entre 24 de agosto e 15 de setembro. A primeira versão limpa do CCleaner que os usuários agora deveriam usar é a Versão 5.34 e 1.07.3214, respectivamente.

Piriform trabalhou com a aplicação da lei dos EUA e teve esse servidor de terceiros fechado no dia 15 de setembro antes de divulgar os detalhes do compromisso para permitir que a empresa conclua sua avaliação inicial do problema.

 

“A falha pode causar a transmissão de dados não sensíveis (nome do computador, endereço IP, lista de software instalado, lista de software ativo, lista de adaptadores de rede) para um servidor de terceiros nos EUA. Não temos indícios de que qualquer outro dado foi enviado para o servidor. ” Publicou a empresa em hoje seu Blog. Tambem compartilhou que a empresa está tomando medidas internamente para ver que tal compromisso não acontecer novamente:

” Mais uma vez, gostaríamos de pedir desculpas por qualquer inconveniente que este incidente pudesse ter causado aos nossos clientes, estamos tomando medidas detalhadas internamente para que isso não aconteça de novo e para garantir sua segurança ao usar qualquer um dos nossos produtos Piriform”.

 

Os usuários que usaram a versão com código malicioso no CCleaner, devem atualizar seu software imediatamente para a versão mais recente que está disponível na página de download do CCleaner . As atualizações automáticas já deveriam ter sido ativadas em seus sistemas tanto para a versão de 32 bits como para a nuvem do software, mas verificar o seu número de versão assegurará que você esteja totalmente atualizado.

 

Atualização Windows 10 (KB4038788)

Atualização Windows 10 (KB4038788)
12 set

KB4038788 (OS Build 15063.608)

Data de lançamento: 12 de setembro de 2017

Esta atualização aborda uma grande variedade de problemas menores diversos, incluindo um em que algumas máquinas não conseguem carregar dispositivos sem fio WAN quando eles retomam da hibernação e outro onde spoolsv.exe deixa de funcionar. Também é abordado um problema em que a opção de se logar ao AAD Azure às vezes não está disponível e outra na qual clicar nos botões nas notificações da Central de Ações do Windows não leva nenhuma ação a ser tomada.

O que seu TI precisa saber

Esta versão inclui atualizações de segurança para o Microsoft Graphics Component, drivers do kernel do Windows, shell do Windows, Microsoft Uniscribe, Microsoft Edge, Device Guard, Windows TPM, Internet Explorer, Microsoft Scripting Engine, Windows Hyper-V, kernel do Windows e Virtualização do Windows. Porque é uma atualização de segurança, ela deve ser aplicada em breve. Nos próximos dias, verifique se há relatórios sobre questões problemáticas, e se tudo estiver bem, aplique a atualização.

(Obter mais informações sobre KB4038788 .)

Atualização Windows 10 (KB4032188)

Atualização Windows 10 (KB4032188)
31 jul

KB4032188 (OS Build 15063.502)

Data de lançamento: 31 de julho de 2017

Esta atualização do Windows 10  aborda uma variedade de problemas e erros menores , incluindo um em que as aplicações Win32 têm problemas para trabalhar com vários dispositivos Bluetooth LE, incluindo dispositivos de rastreamento de cabeçalho, um problema de confiabilidade com o lançamento do aplicativo Configurações enquanto um aplicativo está usando a câmera e um erro em que os artefatos de reprodução de vídeo aparecem durante as transições de retrato para paisagem em dispositivos móveis.

O que a TI precisa saber: vários problemas menores abordados nesta atualização afetam a TI, incluindo o recurso de Gerenciador de dispositivos móveis do dispositivo que não permite que os fones de ouvido funcionem corretamente e um erro que pode fazer com que um serviço usando uma conta de serviço gerenciado (MSA) falha ao conectar para um domínio após uma atualização automática de senha.

(Obter mais informações sobre KB4032188 .)

Brasil é um dos cinco países mais atacados por hackers no mundo

Brasil é um dos cinco países mais atacados por hackers no mundo
28 jul

Com uma enorme crescente no uso de equipamentos com acesso à internet o número de ataques cibernéticos está cada vez maior, somando-se isso as pessoas desatentas em relação ao uso da rede e aplicativos, está resultando em um ambiente frágil aos mais vários tipos de crimes.

 

Não só as pessoas físicas, mas principalmente as empresas estão cada vez mais no alvo dos hackers. Segundo o relatório anual Norton Cyber Security Insights, em 2016 os ataques cibernéticos tiveram uma alta de 10%, no Brasil 42,4 milhões de pessoas e empresas foram afetadas, com prejuízos estimados em R$32,1 bilhões.

Recentemente o método mais utilizado é o sequestro de dados de servidores de pequenas e médias empresas. Os hackers criptografam os dados e exigem um pagamento em bitcoins para disponibilizar os arquivos novamente.

 

Segundo, André Miceli, professor do MBA de Marketing Digital da Fundação Getúlio Vargas (FGV) “as grandes empresas já dedicam uma parcela de seus orçamentos de tecnologia para segurança. Isso ainda não acontece nas pequenas e médias. Assim como no mundo ‘físico’, os criminosos procuram facilidade, então essas empresas acabam caindo nessa situação com mais frequência”.

 

O Professor afirma que o país foi o quarto mais atacado em 2016 e que estes ataques devem aumentar ainda mais. Nos próximos anos dispositivos conectados a carros, residências e até equipamentos da área da saúde podem sofrer ataques.

 

Miceli, ainda afirma que “nos próximos anos, certamente veremos a explosão do número de elementos conectados. Bombas de insulina, cardioversores, marca-passos terão acesso à internet. Aceleradores e pilotos-automáticos de automóveis, controles de casa como aparelhos de ar-condicionado e fogões também. Teremos mais oportunidades para invasões e certamente os criminosos irão aproveitá-las para fazer dinheiro”.

 

Para evitar esse tipo de problema, o professor lista três principais ações:

 

– Estar atento a possíveis ataques — Você pode receber e-mails pedindo recadastramento de senhas bancarias ou outros tipos de informações e pode acabar enviando seus dados a pessoas mal-intencionadas. Para prevenir-se, evite abrir e-mails de remetentes desconhecidos e na dúvida verifique se aquele e-mail recebido é de fato da empresa que parece ter enviado. Não instale nada em seu celular, computador e demais equipamentos sem ter a certeza da procedência do aplicativo.

 

– Utilizar senhas seguras — Senhas longas e com caracteres especiais são mais seguras, principalmente no caso de ataques de programas que testam a senha uma a uma, técnica chamada de “força bruta”. Também procure sempre configurar bloqueio automático em seus dispositivos. Dificultando assim o acesso de pessoas não autorizadas.

 

– Armazenar seus dados de forma segura — Um bom exemplo é a configuração de um backup. Existem diversas ferramentas que podem ser utilizadas e atualmente as mais comuns são as de backup em nuvem. Isso vai garantir que você tenha acesso fácil ao seus dados de volta caso você os perca seja por um ataque ou por qualquer outro motivo.

 

Ainda segundo Miceli, tudo o que vimos em 2016 deve se agravar, com ainda mais pontos críticos: ameaças visando meios de pagamento, aos arquivos em nuvem, à todos dispositivos moveis e a todas as novas coisas conectadas à internet (ioT).